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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

AGENTES DE SAÚDE QUEIMAM PATOS COM GRIPE AVIÁRIA NA INDONÉSIA.

Mais de mil aves morreram por causa do vírus H5N1 em Sumatra Ocidental.Doença já matou pelo menos 360 pessoas em todo o mundo desde 2003.



Autoridades de saúde da Indonésia matam patos contaminados pela gripe aviária (Foto: Rivo Andries/AP)Agente de saúde segura patos contaminados pela gripe aviária na Indonésia (Foto: Rivo Andries/AP)

Autoridades de saúde da Indonésia queimaram patos nesta quarta-feira (6) após mais de mil aves morreram por gripe aviária na localidade de Padang Pariaman, província de Sumatra Ocidental.

O vírus H5N1 já matou pelo menos 360 pessoas em todo o mundo desde 2003, 160 delas na Indonésia, o país mais atingido pela doença.

Autoridades de saúde da Indonésia matam patos contaminados pela gripe aviária (Foto: Rivo Andries/AP)Autoridades de saúde queimaram as aves abatidas por causa do vírus H5N1 (Foto: Rivo Andries/AP)

Na imagem abaixo, oficial de saúde aplica desinfetante em spray em um criadouro de patos

Autoridades de saúde da Indonésia matam patos contaminados pela gripe aviária (Foto: Rivo Andries/AP)Oficial indonésio aplica desinfetante em spray em criadouro de patos nesta quarta (Foto: Rivo Andries/AP)

Estudos retomados

No fim de janeiro, cientistas que estudam o vírus da gripe aviária anunciaram que vão retomar os estudos sobre o tema, após interrupção por um ano para acalmar temores suscitados entre a comunidade científica e setores da sociedade.

A decisão foi divulgada em uma carta, assinada por 40 proeminentes pesquisadores de uma dúzia de países, publicada nesta nas revistas "Science" e "Nature".
A moratória havia sido decretada depois que cientistas americanos e holandeses desenvolveram uma mutação do vírus da gripe aviária que poderia ser transmitida facilmente entre os mamíferos – neste caso furões, considerados um modelo de pesquisa para os seres humanos – através de gotículas respiratórias.
Segundo os autores, o trabalho poderia ajudar no desenvolvimento de medicamentos e vacinas para proteger a humanidade contra uma futura ameaça do H5N1. As pesquisas ressaltaram também o risco de que o vírus pudesse evoluir naturalmente, provocando uma pandemia entre os humanos.
No entanto, a publicação dos resultados desses estudos gerou preocupações com relação à segurança, incluindo a possibilidade de o vírus híbrido cair nas mãos de terroristas ou mesmo contaminar cientistas em laboratório.
FONTE: G1 - CIÊNCIA E SAÚDE.

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